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A Vila (The Village, 04)
A Vila é o novo filme de M. Night Shyamalan. Desde o excelente "O Sexto Sentido", Shyamalan não havia produzido nenhum filme com grandes qualidades, sendo "Corpo Fechado", bom, e "Sinais", bem fraco. E este A Vila não foi diferente de "Sinais", apenas um pouco melhor, um fraco e mal amarrado. Eu fui ver este filme no cinema depois das diversas críticas positivas ao filme, pregando-o como um dos melhores do ano. Eu não sei se eu não gostei porque o filme é fraco mesmo, ou se é porque já haviam me contado contra minha vontade a conclusão do filme (que mesmo sabendo antes, já achava fraca). Na verdade a única coisa que valeu no filme foi a compania da Mel (Parênteses dedicado à ela - A Mel é a mina mais legal que eu conheço; ela é a minha melhor amiga; ela é muito especial para mim; ela está sempre do meu lado; eu adoro ela e não sei o que seria de mim sem ela - Mel, Te Adoro muito).
M. Night Shyamalan que pregam ser o novo Hitchcook só fez um filme que realmente preste, o resto de seus filmes foram tentativas banais de alcançar sua obra prima. Eu não consigo entender o título de "novo Hitchcook", ele não possui um terço da qualidade do mestre do suspense, não consegue criar uma atmosfera de terror/medo/suspense (apenas conseguido em "O Sexto sentido") e ainda por cima cria empecilhos banais ao decorrer do filme.
Para mim o que mais pegou foi o fato de Shyamalan não explorar o medo, ele deixa na nossa imaginação, mas como vamos nos sentir apavorados para uma coisa que não está lá? E nem o medo psicológico explora, já que nem os próprios membros de A Vila sentem (aparentam sentir) medo das criaturas dos bosques.
(Bom eu não sei exatamente falar uma sinopse, portanto peguei uma do AdoroCinema) "Em 1897 uma vila parece ser o local ideal para viver: tranquila, isolada e com os moradores vivendo em harmonia. Porém este local perfeito passa por mudanças quando os habitantes descobrem que o bosque que o cerca esconde uma raça de misteriosas e perigosas criaturas, por eles chamados de "Aquelas de Quem Não Falamos". O medo de ser a próxima vítima destas criaturas faz com que nenhum habitante da vila se arrisque a entrar no bosque. Apesar dos constantes avisos de Edward Walker (William Hurt), o líder local, e de sua mãe (Sigourney Weaver), o jovem Lucius Hunt (Joaquin Phoenix) tem um grande desejo de ultrapassar os limites da vida rumo ao desconhecido. Lucius é apaixonado por Ivy Walker (Bryce Dallas Howard), uma jovem cega que também atrai a atenção do desequilibrado Noah Percy (Adrien Brody). O amor de Noah termina por colocar a vida de Ivy em perigo, fazendo com que verdades sejam reveladas e o caos tome conta da vila."
Joaquin Phoenix me parecia um dos futuros grandes nomes do cinema, depois "Gladiador" e "Contos Proibidos do Marquês de Sade", pensei que Phoenix seria um dos melhores. Mas não, este filme provou o contrário. Phoenix está "preso", não parece à vontade no papel e está com uma cara amarrada o filme inteiro. Para mim a surpresa foi Adrien Brody, aquele que critiquei tanto na minha resenha de "O Pianista", neste está engraçado, vigoroso e não chato. Largou aquele ar "esnobe". B. D. Howard está bem, num papel contido. Assim como Hurt e Weaver.
O filme vale unicamente pela boa trilha sonora, direção de arte e figurino (não o do monstro, que é ridículo). Uma pena que isso não compensa o roteiro furado, a direção superestimada, as atuações banais e o monstro. Um filme que tinha tudo para ser excelente, e que não deixa de ser meia boca. Uma pena.
Nota: 49/100
Escutando: CD (Chelsea Girl - Nico); Música (Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me - The Smiths)
A Descobrir
O Falcão Maltês - Relíquia Macabra (The Maltese Falcon, 41) - Um filmaço de John Huston, que conta com um sempre inspirado Humprey Bogart, num dos melhores noir que já vi. Um filme de detetive de primeira, que abusa da primazia de Bogart. Detetive é contratado para investigar uma peça rara, conhecida como O Falcão maltês. Um filme que envolve todos os elementos e um clássico noir/detetive. Do estilo detetive só perde, para mim, de "Chinatown" e "Cliente Morto Não Paga" (que vale pela comédia). [87]
PS: Foi com grande prazer que Os Intocáveis recebeu uma indicação ao Quepe Comodoro, realizado pelo blog Reduto do Comodoro, na categoria de Melhor Blog de Cinema de 2004. Para votar em meu blog, ou em qualquer outro indicado basta mandar um email para comodoro@olhoslivres.com ,com o nome do blog. A lista com os indicados, encontra-se no site.
Escrito por Gabriel Carneiro às 20h42
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Redentor (2004)
"Colateral" ou "O Terminal", esta era a dúvida ao ir ao cinema. Quais dos dois iríamos confeirir? A primeira escolha era "Colateral", caso ocorresse o esgotamento da sessão, iríamos ver "O Terminal". E o que aconteceu? Ambos estavam esgotados. Sobrou este e "A Vila". Fomos ver Redentor, o que presumimos que seria melhor mesmo não esperando muito do filme - quando me refiro a nós, quer dizer eu e Raphael, que ocasionalmente comenta aqui. Afinal o cinema nacional não produziu nada significativo este ano, e porque seria justamente esse? Mas fomos ver, tinha o Pedro Cardoso e uma história interessante. E não é que eu adorei o filme, muito melhor que "A Vila" por exemplo. Mesmo não tendo visto "Olga", creio que este deva ser o escolhido brasileiro ao Oscar - mesmo com grande probabilidade de ser "Olga" -, o filme se demonstra engraçado e nunca cansativo.
Utilizando uma narrativa a lá "Memórias Póstumas de Brás Cubas", Redentor conta a história de Célio Rocha. Um repórter que quando pequeno foi ludibriado pelo vizinho milionário e empreiteiro. O Condomínio Paraíso, um sonho de consumo, edifício de luxo, que nunca saiu do papel. Resguardando esse ódio, Célio e sua família envelhecem. Otávio Sabóia, filho do milionário e herdeiro, está sendo investigado. Seu pai, antes havia decretado falência e se suicidado. Célio é então designado a fazer a cobertura do caso. E é assim que ele vê Deus.
Filme feito pela família (Cláudio, Fernando, Fernanda, Fernanda Montenegro) Torres, com muito sucesso. Cláudio em seu primeiro trabalho como diretor mostrou talento e sabedoria para contar uma boa história. O roteiro tem uma ou duas cenas meio cansativas e inúteis, mas nada que comprometa o resultado. Destaco as cenas em que Célio faz contato com Deus, em que vê a destruição de Brasília, e nas piadas repetitivas (quem viu sabe).
Pedro Cardoso está ótimo, nunca o vi tão engraçado. Rouba todas as cenas e ainda se sobrepõe a elas. O filme já vale por ele. Outro que gostei foi Miguel Falabella, não tão engraçado quanto Caco Antibes em Sai de Baixo, mas muito bem, repetindo o mesmo estilo de papel só que não tão escrachado. Também gostei de Fernando Torres, o papel mais carismático da fita (a cena de defumar o canário é ótima). Destaque para Lúcio Mauro e Tony Tornado. E Camila Pitanga continua maravilhosa.
Uma coisa que me surprendeu no filme foram os efeitos especias, ótimos para uma produção brasileira. Jamais pensei que isso fosse possível, efeitos que estão pau-a-pau com super produções norte-americanas. Certo que não são demasiadas, mas quando utilizadas, ótimas. Percebe que o cinema nacional está num patamar mais alto, tecnicamente falando...e isso é bom. Uma ótima comédia despretensiosa que merece atenção.
Nota: 80/100
Escutando: CD (Both Sides Now - Joni Mitchell); Música (There's a Light That Never Goes Out - The Smiths)
A Descobrir
Ararat (Ararat, 02) - Ararat conta a história de descendentes de armênios que revivem em um filme o massacre sofrida pelo povo na Turquia. E acabam por se descobrindo. Um filme sensível e apaixonante, carregado de emoção e sentimento. Uma história belíssima. Um filme americano que merece muita atenção por ter passado despercebido. [95]
Escrito por Gabriel Carneiro às 22h32
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Especial: Abbott e Costello em Os Intocáveis
O meu primeiro especial. Jamais imaginaria que um dia falaria de astros e não sobre filmes. Mas eles merecem. É uma chance das pessoas conhecerem essa dupla. Uma excelente dupla de comediantes que até hoje continua sem grande destaque, pelo menos no Brasil. Um é gordo e outro magro, um é bobo e outro é sério. Sei que parece que estou falando de Lauren e Hardel (O Gordo e o Magro), mas não é. A dupla Abott e Costello é composta por dois gênios da comédia pastelão, com grandes influências de Chaplin e de Lauren e Hardel. Creio que entre os dois ficaria com Costello, o gordo e bobo. É sem dúvida o mais engraçado. Ambos lotaram os cinemas da década de 40 e 50 com seus pastelões de 1h20min. Foram no total 38 filmes entre 1940 e 1956, e infelizmente só pude conferir três filmes dele - os 3 dos 5 que consegui gravar da maratona do Telecine.
Tudo começou quando Bud Abbott encontrou Lou Costello quando trabalhava como caixa no Teatro de Brooklyn. Ele convidou Lou para substituir um cara que estava doente. Foi aí que começou essa amizade. A carreira deles iniciou-se na década de 30, fazendo performances cômicas em bares, teatros e casas de show. Em 1938, eles fizeram pela primeira vez em rede nacional o Kate Smith Hour Radio Show, o que os levou a um contrato com a Universal. O primeiro filmes deles foi lançado em 1940, One Night in the Tropics, servindo apenas como apoio para o estúdio. Mas a Universal não contava que o quadro Who's on First? roubaria o filme, se tornando uma cena clássica, esta cena é ainda utilizada no filme "Rain Man" como uma célebre piada que Charlie conta ao rain Man. Por meados de 1957 a dupla se separou, e em 1959 Lou Costello morreu de ataque cardíaco. Após 15 anos foi a vez de Bud Abbott, que faleceu devido ao câncer.
Eis os três filmes que vi:
Às Voltas com os Fantasmas (Abott and Costello Meet Frankeinstein, 48) [85]

Genial esse filme. Conta a história de dois empregados que trabalham para um serviço de entregas. Uma de suas tarefas é carregar o Drácula e o Frankeinstein em seus restos mortais dentro de caixas. Porém, Drácula não está morto, e quer usar o cérebro de Costello para controlar o monstro. Este é provavelmente o filme mais famoso da dupla por reunir Drácula (mais uma interpretação de Bela Lugosi), Lobisomem e o Monstro do Frankeinstein, que foi muito lembrado no lançamento de "Van Helsing" por também reunir os monstros. Vale muito a pena por Lou Costello, hilário.
Bruxaria (Comin' Round the Mountain, 51) [72]

Gostei também deste filme, que é uma sátira aos caipiras norte-americanos. Quase que uma premonição para "A Família Buscapé". Desta vez Costello descobre ser parente (neto) de uma caipira muito rico, Squeeze Box McCoy, e para conseguir o dinheiro tem de se provar um verdadeiro McCoy. E mais uma vez destaque para Costello, mas Abbott também está muito engraçado. Algumas piadas muito boas, e o que pude notar de bom em seus filmes é que resistem ao tempo.
Abbott e Costello No Planeta Marte (Abbott and Costello Go To Mars, 53) [53]

Tá, este filme é fraco, mas pelo roteiro que em nada inova. Mas vale muito a pena pela dupla. Costello fantástico mais uma vez, e Abbott em seu devido lugar. Costello acidentalmente liga uma espaçonave, junto com Abbott e acabam decolando, indo parar em outro lugar que não Nova York - um de seus destinos é Vênus, onde só vivem mulheres. as partes de exploração das localidades valem a pena pela dupla.
Outros filmes que pretendo ver: One Night in the Tropics; Abbot and Costello Meet the Killer: Boris Karlof; Abbott and Costello Meet the Invisible Man; Abbott and Costello Meet the Captain Kidd; Abbott and Costello Meet Dr. Jekyll and Mr. Hyde e Abbott and Costello Meet the Mummy.
Em 1994, foi feito um especial com Jerry Seinfeld sobre Abbott e Costello, e foi tansmitido pela NBC. O nome concedido a esta apresentação foi de Abbott e Costello Meet Jerry Seinfeld. Na qual gostaria muito de ver, se alguém souber como me diga.
Sua filmografia pode se encontrada neste link.
Site oficial: Abbott and Costello Meet the Internet
Escutando: CD (Smile - The Beach Boys); Música (Beside You - canção tema de Amor Além da Vida)
Escrito por Gabriel Carneiro às 20h56
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Resultado da enquete "Qual o melhor filme com Marlon Brando?"
Com certeza um resulatdo óbvio surgiu desta enquete, não só a minha escolha como a de mais 41 pessoas foi eleger O Poderoso Chefão como melhor filme com o gênio, tendo 41,58% dos votos, quase a metade total. O Poderoso Chefão é um dos filmes mais aclamados de todos os tempos, e sem dúvida um grande marco para o cinema. Nada mais, nada menos que o meu filme preferido.
Em segundo lugar aparece o fantástico Apocalypse Now, filme que conta com um Marlon Brando já gordo e com problemas de saúde, fazendo com mais insanidade possível o capitão Kurtz. O filme contou com 22 votos, o equivalente a 21,78% dos votos totais. Até então nenhuma surpresa.
O terceiro colocado me surpreendeu, não pela qualidade que é fantástica, mas sim por não ser um dos seus mais famosos. Foi Don Juan DeMarco que ficou com essa posição. Um dos melhores filmes que já vi, e um dos mais encantadores também. O filme que conta com Brando fazendo papel de psiquiatra teve 12 votos, e 11,88%.
Por um voto O Último Tango em Paris ficou com a quarta posição, roubando-a de Sindicato dos Ladrões. Enquanto o primeiro conta a história de uma caso de amor nostálgico, o outro envolve um Marlon Brando "mau". Um ficou com 8 votos e 7,92% e o outro ficou com 7 votos e 6,93%. E foi com Sindicato dos Ladrões que Brando ganhou seu primeiro Oscar (o segundo veio com O Poderoso Chefão).
Com 5 votos (4,95%) ficou o primeiro grande filme de Brando, Uma Rua Chamada Pecado. Brando vive um bêbado machista que faz de tudo para controlar Stella. Em seguida veio com 2 votos (1,98%) Sayonara, filme da época áurea de Brando. Empatados em oitavo vieram Queimada, Viva Zapata! e Outros, cada um com 1 voto e 0,99% do total.
Colocações:
- O Poderoso Chefão (The Godfather, 72)
- Apocalypse Now (Idem, 79)
- Don Juan DeMarco (Idem, 95)
- O Último Tango em Paris (The Last Tango in Paris, 72)
- Sindicato dos Ladrões (On the Waterfront, 54)
- Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire, 51)
- Sayonara (Idem, 57)
- Viva Zapata! (Idem, 52); Queimada (Idem, 69); Outros.
A enquete teve um total de 101 votos, um número bem menor levando em consideração a enquete anterior, mas bem razoável. Já está no ar a nova enquete que expira um dia após o show do Brian Wilson em São Paulo (dá para acreditar, Brain Wilson vem para São Paulo - e para os leigos, Brian Wilson é uma das maiores mentes criativas do rock mundial e vocalista dos The Beach Boys), ou seja, dia 8/11. O seu conteúdo diz respeito aos musicais. Qual é o melhor musical? Votem...
Escutando: CD (Pet Sounds - The Beach Boys); Música (Lost Boys Calling - Roger Walters)
Escrito por Gabriel Carneiro às 12h23
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Igual a Tudo na Vida (Anything Else, 03)
- Dia: 22 de Agoosto de 2004 (domingo)
- Local: Espaço Unibanco de Cinema, em Sampa
- Evento: Mostra Hitckcook/Truffaut
Bom, o que isso tem a ver com o novo filme do neurótico Woody Allen? Imagino que devem a se perguntar isso. Na verdade, nada e tudo. Sim, Igual a Tudo na Vida em teoria nada teria ver com Hitckcook ou Truffaut. Mas se não fosse pelo mostra só iria vê-lo numa futura exibição do Telecine. Foi indo nesta mostra, ansiosíssimo para ver o clássico "Jules e Jim - Uma Mulher para dois" de Truffaut que assisti o novo filme do neurótico Woody Allen. Já estava até imaginado o dia que contaria ao meu filho do dia que fui ver "Jules e Jim" no cinema. Mas não, a sessão tinha que estar esgotada, me restando apenas o filme de Wooody Allen. eis que a minha programação, planejada duas semanas antes foi arruinada. Nada contra Woody Allen, mas é Truffaut no cinema.
Quanto a Igual a Tudo na Vida, devo dizer que me surpreendi. Esperava um filme mais fraco, ainda mais por contar com Jason Biggs no elenco e ser mais uma cópia de seus filmes. Mas me diverti bastante, o roteiro todos já conhecem: homem cheio dos cacoetes se apaixona por mulher e tem alguém como conselheiro. É nesse simples fato que se baseia a história, e desta vez o homem apaixonado não é Woody Allen, é Biggs.
Woody Allen mais uma vez mostra seu talento como argumentista, com cenas muito boas - e uma hilária - e ágeis. Em nenhum momento o filme é comprometido, e seu resultado é positivo. Certo que não é nenhuma maravilha, mas de certo funciona como uma boa diversão. Sempre vale a pena ver o mala e neurótico Woody Allen em ação.
Jason Biggs é fraco, mas me surpreendeu, pensei que fosse ser pior. Allen na ânsia de conseguir um substituto encontrou alguém perfeito para imitar seus trejeitos. Biggs é uma cópia do Allen da década de 70. Cristina Ricci é maravilhosa, linda e a cena que está de calcinha e blusinha é breathless. Além de ser uma ótima atriz, super carismática. Outro destaque é Stockhart Channing, muito engraçada, cheio das manias de mãe liberal.
Destaque também para a trilha sonora, cheio de Jazz da década de 50. Vejam o filme, e descubram que Allen continua um bom diretor, apenas não mais o mesmo de antigamente (vide "O Escorpião de Jade").
Nota: 68/100
Escutando: CD (The Queen is Dead - The Smiths); Música (Melody Fair (aê, Mel) - Bee Gees)
A Descobrir
Gigot (Gigot, 62) - Primeiro e único filme dirigido por Gene Kelly, Gigot é uma história cheia de ternura e compaixão que conta sobre um um cara, mudo e solitário que um dia ajuda uma garotinha e acaba por criar um amor paternal pela criança. Um filme muito bom, com ótimas doses de comédia. Foi um bom começo para Kelly. O único fator negativo é o final, bobo e inútil, tirando isso o filme é divertidíssimo. [83]
Escrito por Gabriel Carneiro às 10h17
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Filmes vistos em Agosto
legenda: revistos
- Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath, 40)
[100]
- 8 Mile - Rua das Ilusões (8 Mile, 02)
[33]
- Solaris (Solaris, 02)
[45]
- Ali (Ali, 01)
[82]
- A Inocência do Primeiro Amor (Lucas, 86)
[86]
- Boca (Boca, 95)
[78]
- O Vingador do Futuro (Total Recall, 90)
[81]
- O Mágico Inesquecível (The Wiz, 78)
[30]
- Clube dos Suicidas (On the Edge, 01)
[65]
- Gigot (Gigot, 62)
[82]
- Moby Dick (Moby Dick, 56)
[85]
- Diário de Uma Paixão (The Notebook, 04)
[96]
- Kingpin - Esses Loucos Reis do Boliche (Kingpin, 95)
[50]
- Saló ou Os 120 Dias de Somoda (Salò o le 120 giornate di Sodoma, 75)
[62]
- O Jornal (The Paper, 94)
[65]
- Homem Aranha 2 (Spiderman 2, 04)
[72]
- A Classe Operária Vai ao Paraíso (La Classe operaia va in paradiso, 71)
[38]
- O Casamento de Muriel (Muriel's Wedding, 95)
[45]
- Alex & Emma - Escrevendo Sua História de Amor (Alex and Emma, 03)
[73]
- Grande Dragão Branco (Bloodsport, 88)
[80]
- Sob a Areia (Sous le sable, 99)
[79]
- Divas do Blue Iguana (Dancing at the Blue Iguana, 00)
[42]
- Hellbound: Renascido do inferno 2 (Hellbound: Hellraiser 2, 88)
[67]
- O Médico e o Monstro (Dr. Jekyll and Mr. Hyde, 02)
[50]
- Amor Além da Vida (What Dreams May Come, 98)
[100]
- Ed Gein - O serial Killer (Ed Gein, 00)
[50]
- Donnie Darko (Donnie Darko, 01)
[100]
- Igual a Tudo na Vida (Anything Else, 03)
[68]
- Duas Garotas Românticas (Les, Demoiselles de Rochefort, 67)
[72]
- Bang Bang Você Morreu (Bang Bang You're Dead, 02)
[87]
- Domingo Sangrento (Bloody Sunday, 02)
[66]
- Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off, 86)
[82]
- Um Amor Para Recordar (A Walk to Remember, 02)
[82]
- Fórmula 51 (The 51st State, 01)
[34]
- A Liga Extraordinária (The League of the Extraordinary Getleman, 03)
[60]
- Porque Choram os Homens (The Man Who Cried, 00)
[43]
- Os Reencarnados (The Undead, 57)
[53]
- Prenda-me Se For Capaz (Catch me If You Can, 02)
[89]
- Às Voltas com os Fantasmas (Abbott and Costello Meet Frankeinstein, 48)
[85]
- Bruxaria (Comin' Round the Mountain, 51)
[72]
- Abbott e Costello No Planeta Marte (Abbott e Costello No Planeta Marte, 53)
[53]
Comentários: Nos comentários (janelinha onde você comenta - maldito limite de caracteres).
Mês fraco em termos de qualidade, dos 41 total, apenas 4 receberam cinco estrelas e isso é pouco.
Melhores filmes:
- Amor Além da Vida (What Dreams May Come, 98)
- Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath, 40)
- Donnie Darko (Donnie Darko, 01)
- Diário de Uma Paixão (The Notebook, 04)
- Prenda-me Se For Capaz (Catch me If You Can, 02)
Piores filmes:
- O Mágico Inesquecível (The Wiz, 78)
- 8 Mile - Rua das Ilusões (8 Mile, 02)
- Fórmula 51 (The 51st State, 01)
- A Classe Operária Vai ao Paraíso (La Classe operaia va in paradiso, 71)
- Divas do Blue Iguana (Dancing at the Blue Iguana, 00)
Escrito por Gabriel Carneiro às 00h34
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